Plataforma AdaptaClima

Fundação Getúlio Vargas - Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces)

O AdaptaClima é projeto que visa "contribuir para o fortalecimento da capacidade adaptativa do Brasil à mudança do clima por meio da sistematização e disponibilização de informação nas áreas temáticas prioritárias da agenda de adaptação no país e da promoção da comunicação e articulação entre atores que geram e buscam conhecimento relacionado ao tema." - (GVces, webinar de introdução ao projeto, 14/06/2016)

O comitê gestor de desenvolvimento da plataforma online é composto pelos seguintes atores: Ministério do Meio Ambiente (coordenação); 
Fundação Getúlio Vargas - Centro de Estudos em Sustentabilidade (implementação); International Institute for Environment and Development (implementação); e, British Council (apoio).

Diagnóstico

Quando o Umcomum se juntou à GVces, os objetivos do AdaptaClima já haviam sido discutidos, avaliados e definidos com bastante clareza pelo comitê gestor. E o produto final desejado também era consenso: uma plataforma online que contribuísse com o compartilhamento de dados e informações sobre a adaptação às mudanças climáticas no Brasil e promovesse a integração dos diferentes setores em uma atuação conjunta e fortalecida. Contudo, muitas questões intrínsecas a este produto ainda precisavam ser refinadas, como: a composição e o papel do comitê gestor em um longo prazo; a relação da plataforma com os seus usuários em um nível online e offline; as parcerias nacionais e internacionais que poderiam potencializar o uso da ferramenta; entre outros.

 

Dessa forma, o Umcomum tinha dois principais objetivos: tangibilizar a plataforma para a realidade e auxiliar em decisões inerentes à ferramenta (como gestão; manutenção, comunicação e articulação de parcerias).

Observação

Compreensão

Ideação

Experimentação

Execução

Foram definidos como os principais usuários da plataforma os gestores e tomadores de decisão do primeiro, segundo e terceiro setores do Brasil, entre eles estão atores do: governo federal, governos estaduais, institutos de pesquisa, instituições financeiras, empresas, organizações não governamentais e órgãos internacionais.

 

Apesar da abrangência do público-alvo, durante todo o desenvolvimento do projeto buscou-se o processo mais colaborativo possível. Assim, foram estabelecidos quatro principais pontos de contato para a promoção do debate e compreensão de necessidades sobre o uso e compartilhamento de dados e informações sobre adaptação climática: dois workshops presenciais; dois webinars; entrevistas individuais e consultas remotas. A atualização desses atores sobre os desdobramentos de cada decisão também era essencial para a promoção da colaboratividade, assim, não só através dos encontros, mas também com correspondências digitais todos eram mantidos a par do projeto.

Observação

Compreensão

Ideação

Experimentação

Execução

A etapa de observação permitiu a obtenção de percepções sobre questões ligadas não somente a expectativa do usuário em relação ao uso de ferramentas online, mas também sobre problemas que antecedem essas questões, como: entraves burocráticos gerados por disparidades entre termos de autorização de uso de pesquisas de diferentes organizações; pulverização e descontinuidade entre os materiais já disponíveis sobre o assunto; disparidade na linguagem utilizadas por quem produz os materiais de pesquisa e quem os utiliza; entre outros. Além de possibilitar o desenvolvimento de um projeto de embasamento muito mais aprofundado, a compreensão sobre essas questões também esclareceu a todos os envolvidos exatamente quais problemas o projeto estava se propondo a resolver, atribuindo foco ao trabalho.

Observação

Compreensão

Ideação

Experimentação

Execução

Foram definidos como os principais usuários da plataforma os gestores e tomadores de decisão do primeiro, segundo e terceiro setores do Brasil, entre eles estão atores do: governo federal, governos estaduais, institutos de pesquisa, instituições financeiras, empresas, organizações não governamentais e órgãos internacionais.

 

Apesar da abrangência do público-alvo, durante todo o desenvolvimento do projeto buscou-se o processo mais colaborativo possível. Assim, foram estabelecidos quatro principais pontos de contato para a promoção do debate e compreensão de necessidades sobre o uso e compartilhamento de dados e informações sobre adaptação climática: dois workshops presenciais; dois webinars; entrevistas individuais e consultas remotas. A atualização desses atores sobre os desdobramentos de cada decisão também era essencial para a promoção da colaboratividade, assim, não só através dos encontros, mas também com correspondências digitais todos eram mantidos a par do projeto.

Observação

Compreensão

Ideação

Experimentação e execução

Online desde dezembro de 2017, a plataforma foi desenvolvida pela EcoStage, uma empresa de desenvolvimento de software que nasceu com o objetivo de oferecer a centros de pesquisa, organizações não governamentais e instituições tecnologias inovadoras para lidar com os complexos desafios para alcançar o desenvolvimento sustentável no Brasil. Implementada dentro da estrutura digital do Ministério do Meio Ambiente, a arquitetura de informação desenvolvida ao longo de 2016 ganhou forma e uma identidade visual em 2017, enquanto outros pontos de contato com os públicos de interesse do projeto continuavam a ser ativados em diferentes plataformas de comunicação.

Wireframe

Layout final

A AdaptaCLIMA visa sistematizar e disponibilizar conteúdos relacionados à adaptação à mudança do clima que sejam úteis para o desenvolvimento e implementação de estratégias, planos e medidas de adaptação. Já conta com mais de uma centena de artigos e publicações em sua base de conteúdos, que podem ser filtrados de acordo com as fases do planejamento de adaptação à mudança do clima, escopo geográfico, temas, público-alvo e tipo de conteúdo.

confira o vídeo